atmosphera


SÉRIE - Battlestar Galactica

Terminou dia 20 uma das melhores séries de todos os tempos! 

Após a devastadora onde de choque de Star Wars em 1977, a rede ABC bancou Glen A. Larson, prolífico criador de séries de sci-fi, na primeira versão de Battlestar Galáctica. Com efeitos impressionantes pra época (na verdade, algumas cenas empolgam até hoje) Galáctica apresentava a humanidade morando em 13 colônias no espaço até que é dizimada por inimigos alienígenas com uma horda de  seres mecânicos, os cylons. Os poucos milhares de sobreviventes escapam num comboio de naves defendidas pala astronave de guerra Galáctica, que carrega diversos caças no ventre, além de canhões pra auto defesa. Nesse ponto, ela lembra o maravilhoso desenho animado Yamato (Patrulha Estelar). O capitão é Adama e eles buscam o mítico planeta Terra como esperança de sobrevivência. A série no geral era aventuresca com pontos de drama e comédia. Algumas atuações saíram caricatas com vilões evidentemente maus, namoricos e espaço pra um cachorro robô. Buscavam conquistar a família fixada em Casal 20, imagino. Mas era bem bacana...

 

Agora o buraco cósmico é mais embaixo...

Em 2003,  Galáctica foi expurgada de todos elementos bobos em uma encarnação que já é certa como cult e periga marcar o território da ficção científica com uma bandeira negra. Correção: uma bela duma bandeira negra! Enquanto na série anterior, era uma aventura esperançosa escapar dos cylons, logo nos primeiros episódios da nova versão somos jogados num sentimento de imponência diante da extinção por armas nucleraes de bilhões, por um inimigo mais inteligente, absurdamente mais numeroso e que tem agentes infiltrados em nossa espécie: cylons em forma humana, alguns que nem desconfiam que são máquinas. E eles tem um plano...

As pessoa que torcem o nariz pra séries espaciais, deveriam mesmo repensar e assistir Galáctica. Não há nada melhor na tv em praticamente todos os aspectos.

Os cylons que nessa versão não são alienígenas e sim inteligência artificial rebelada, tem uma religião monoteísta ao contrário do politeísmo dos humanos. Aliás: máquinas conscientes de que são máquinas e paradoxalmente assim, acreditando em deus:  genial! O novo capitão Adama (Edward James Olmos) é mais extremo e objetivo, arquétipo do militar dedicado que nunca teve outra coisa na vida. A série tem sexo, filosofia existencialista, violência e efeitos visuais nos momentos certos,  e procura a todo tempo não enrolar ou fazer seu expectador de palhaço; o que é a coisa mais importante que uma emissora/roteirista ou quem de competência  deveria pensar. O esmero da produção e a dedicação dos atores - que escalação acertada! todos levam seus papéis a sério - me dá a impressão de uma obra apaixonada. E a gente se apaixona também...  no meu caso, pela Sharon... eu queria uma cylon pra mim...

http://www.scifi.com/battlestar/



Escrito por Urbano às 08h31
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ILUSTRADOR/Falecimento - José González

Faleceu aos 70 anos nesta segunda-feira, o ilustrador espanhol José "Pepe" Gonzáles. Sua versão de Vampirella é a predileta desde que ele tocou a personagem em 1971 na sua 12º edição conferindo um estilo sensual e realista. A notícia chegou ao mundo através do amigo dele e também  ilustrador, Esteban Maroto. Curiosamente, o criador de Vampirella, Forrest J. Jackeman, morreu também em 04 de dezembro último, aos 92 anos.



Escrito por Urbano às 20h30
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SÉRIE - Fringe

Fringe que é sério!

Chegando ao Brasil. Assisti ao piloto e ele é tão ruim, tão ruim que tomei asco de ver os seguintes. A gente até entende que tudo bem, as coisas são feitas pra ganhar dinheiro; religião, entretenimento... ok. Mas essa Fringe apelou. Ter o nome de J.J Abrams não significa qualidade. É apenas uma costura porca de clichês de tudo que foi dito em séries anteriores.  Imagina bater no liquidificador chuchu com azeitona, berinjela, morango e um filhote de rato morto. A chamada faz parecer inteligente e densa. É não. É superficial, contém alguma morte e alguma violência pra parecer sério e de resto tudo é providencial; a agente bonita e precoce, o chefe marrento sem o menor motivo, o cientista louco... cada um no seu redondo. Diálogos pífios, situações forçadas a cada segundo... uma bela duma bosta posando de intrigante.  Apelação, apelação, apelação...



Escrito por Urbano às 08h27
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WATCHMEN - Zack Snyder comenta

Ótimos comentários do cara que tentou. Coragem talvez não seja suficiente. Aguardemos o DVD com mais de 3 horas.



Escrito por Urbano às 08h28
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WATCHMEN/Clipe - quem se lembra?

Pop Will Eat Itself - Can U Dig It

Esse "fabuloso" clipe passava muito raramente num programa de clipes desses toscos que começam e 6 meses depois desaparecem pra sempre. Claro que como fã do quadrinho na época em que videocassete era um luxo, eu ficava torcendo pro clipe passar de novo. Essa dica veio do Franco Docsan, que quer me dar um tiro na testa pela minha nota  5 pro filme.



Escrito por Urbano às 08h17
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