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CINEMA - Batman - O Cavaleiro das Trevas

 

Aqui fala o nerd que: não gostou nem um pouco da indicação de Heath Ledger como Coringa, não acreditou que esse filme fosse mais do que apenas interessante, achou os trailers mornos, desconfiou demais dos louvores exacerbados - especialmente antes de haver sequer uma sessão para a imprensa - me parecia mais fanatismo hqreligioso do que coerência.  Por que esse nerd foi ao cinema então: porque é Batman. Precisa mais? na verdade, sim. Antes de comentar o novo filme, passo pelos antigos. Não acho Batman Eternamente de Joel Schumaker inferior  aos do Tim Burton. Na minha franca opinião, é tão desprezível quanto. Salvam-se as trilha sonoras de  Danny Elfman e  Elliot Goldental, a caracterização de Gotham e o batmóvel no primeiro do (argh!)Burton.  A despeito da tão exaltada atuação de Jack Nicholson como Coringa? Vamos ser honestos; feijão com arroz. Deve ter sido o dinheiro mais fácil que esse ator recebeu em sua carreira. Quanto ao Batman e Robin de 1997, distante da dignidade de ser considerado filme. É um crime quanto à inteligência humana e um desrespeito ao que  conquistamos como civilização. Nossa espécie sobreviveu à era glacial,  incontáveis predadores, inventamos a escrita, moldamos o aço, escapamos de duas guerras mundiais, e a iminência de uma terceira termonuclear... tudo isso pra que às vésperas do século XXI deixassem que essa... essa "coisa"  figurasse nos cinemas. Não quero mais falar sobre isso. A memória do recente Transformers ainda me dói... lembrar de ambos ao mesmo tempo pode fazer mal...

Agora, o filme:

Mesmo tendo gostado de Batman Begins, o cético aqui entrou na sala de cinema meio que tanto faz tanto fez e saiu tonto por conta da alta qualidade de tudo que foi visto e ouvido. De longe, a melhor adaptação dos quadrinhos modernos. Batman ultrapassa a extratosfera em todos os aspectos positivamente. Cada momento é meticuloso e tende a um propósito. Uma alavanca aqui, uma engrenagem ali, postas em funcionamento nos momentos exatos. Orquestração magnífica de surpresas, inteligência sombria e absolutamente funcional.

Na história, a eficácia do Batman em Gotham gerou inspirações na população e criou uma promessa vigorosa de retaliação do mundo do crime. Inesperadamente surge unindo forças ao tenente GordonHarvey Dent , promotor de justiça implacável que consegue o mesmo que Batman, mas sem precisar de máscara. Isso causa impacto no próprio Bruce Wayne que sonha um futuro próximo em que a cidade não precise de sua contraparte. Por outro lado, sabe-se lá de onde aparece o Coringa. Não exatamente a favor do sistema criminal instaurado, mas certamente contra toda e qualquer ordem. Harvey Dent e Bruce Wayne estão do mesmo lado, mas o poder do Coringa e sua falta de regras tornam toda perspectiva de futuro cáustica... e em algum momento isso é literal.

A elasticidade entre essas  forças sustenta diálogos surpreendentemente muito humanos. Poderia usar o clichê de dizer que eles são o ponto alto do filme, mas a verdade é que esta produção tam tantos pontos altos que o tornam uma jóia com brilho em toda a parte. Até os personagens secundários são muito bem impostos. Morgan Freeman que não costuma atuar há muito tempo - geralmente ele é apenas carismático - Aqui, domina bem cada momento em tela. O mesmo para o contido  Gary Oldman  (nojento de tão bom) um vigoroso comissário Gordon  com mais espaço dessa vez e, de longe, o personagem mais tangível. Aaron Eckhart também arrebenta, simplesmente imortalizando Harvey Dent, embora sinto falta de sua fala distorcida quando ele se torna Duas Caras. Seja como for, o passo a passo do nascimento do personagem é em si, um belíssimo e aterrorizante trabalho de construção. Outros personagens que fazem ainda background posuem densidade maior do que protagonistas de superproduções que vemos por aí. Desta, chama a atenção o policial na sala com o Coringa e um dos detentos no barco. Surpreendente.

Quanto ao Coringa de Ledger: ...  é difícil dizer... estou com dificuldade em encontrar superlativo à altura. Acho que não existe. Você tem de ver por si. O Coringa é profundo, brilhante, doentio e, acima de tudo é a morte andando. Dá tanto medo quanto fascinação. Toda vez que alguém chega perto dele  parece que vai morrer. Estamos diante de um dos maiores vilões já interpretados. Eu engrosso o coro: se surgir mesmo o Oscar, será uma coisa muito justa. Esse Coringa é impressionante e absoluto.

Hans Zimmer e James Newton Howard, dois monstros, assinam a trilha sonora que é uma evolução da trilha de Begins. Se antes ela era apenas bonita e criava atmosfera, agora é intimista e nos afeta nos momentos chaves. Preste atenção no "vôo" do Batman.

Outro avanço considerável em relação à Begins foram as seqüências de ação. Nenhuma delas existe pra exibir artistas de efeitos visuais. Estão todas em prol da narrativa.  Destaque pra genial cena dos cabos envolvendo a Swat e o motivo de Batman usar a bat - moto. Estamos diante de outra obra prima. É tempo da academia reconhecer o primeiro filme baseado em quadrinhos. É tempo do público não leitor experimentar a emoção e inteligência que nós já conhecemos nas revistas desde sempre.  Christopher Nolan é nosso vingador.



Escrito por Urbano às 21h00
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TEASER/TRAILER - Watchmen

Há 20 anos sonhamos com isso. Todos sabem que é infilmável e, se ficar ruim, nem podemos culpar Zack Snyder. Ele é humano afinal. Bom clique abaixo pro teaser em ótima resolução da revista Empíre:

http://www.empireonline.com/video/watchmen/

Pra quem não sabe, Watchmen  de Alan Moore é considerada a melhor história em quadrinhos de todos os tempos.

Agora em altíssima resolução:

http://www.apple.com/trailers/wb/watchmen/



Escrito por Urbano às 09h10
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TEASER/TRAILER - Terminator: Salvation

 

 

Chegou no youtube o trailer de Terminator:  Salvation. Sim, o 4º Exterminador do Futuro e agora com Batman (Christian Bale) na pele de John Connor (ao menos até o final do filme quando... deixa quieto, é que uma péssima idéia do final vazou na rede e eu li). Minha franquia predileta caiu nas desgraças das mãos de McG, um dos piores diretores de todos os tempos a julgar pelos dois Panteras (aquela coisa inassistível, desprovido do mínimo de narrativa, sequer editado e mesmo assim poluiu nossos cinemas duas vezes. Acontece que o teaser do exterminador é muito bom e lembra qualquer coisa 12 Macacos. Mérito de quem montou o teaser. Lembro que James Cameron tem no curriculum: Piranhas 2-  Assassinas Voadoras. É torcer pra que a coisa miraculosa que acometeu Cameron tornando-o de um diretor ridículo a excepcional, se repita com McG. Mas não tenho muita fé não...

 

Que eu esteja enganado...

Que eu esteja enganado...

 

Clique abaixo e assista:

http://www.youtube.com/watch?v=X3Wyj5IJZMA



Escrito por Urbano às 15h49
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ARTE - David Krenz

O canadense David Krenz é excelente ilustrador e escultor de ficção fantástica e especializado em dinossauros. Clique para mais de seus trabalhos:

http://www.krentzpresentz.com/



Escrito por Urbano às 09h04
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CINEMA - Hancock

 

Dirigido por Peter Berg (que fez O Reino provando que é "o cara" pra uma adaptação de Ghost in the Shell - gente, isso é especulação minha) É quase como se fossem dois filmes em um.  Aliás, até o momento, todo filme de super herói tem sua primeira metade excelente e uma boa queda no segundo ato. No caso de Hancock não há apenas uma queda, mas um desvio vertiginoso que comprometeu o ineditismo da premissa. Sejamos justos, com exceção repetida de uma certa piadinha retirada de De Volta para o Futuro, Hancock consegue sim ser original até o desfecho.

 

Um ser indestrutível com superforça e poder de vôo que não tem idéia de sua origem. Hancock não gosta de se relacionar com pessoas  mas as vive salvando. Como está constantemente bêbado,  cada ato de salvamento implica em milhões de prejuízos em destruição do que tiver próximo; prédios, carros, barcos...  portanto a população não o suporta, ele é visto como um estorvo e as autoridades nada podem fazer já que se trata de um superser.

 

O roteiro cozido no ponto lida tão bem com todas as questões que Hancock se mostra assustadoramente bom e com a promessa de engolir fácil os heróis da Marvel que gostamos de ver no cinema. Não apenas em história. A atuação de Will Smith é dedicada, o sujeito dá a impressão de se apaixonar mesmo pelo personagem. Como requinte, se revela uma superprodução com efeitos especiais embasbacantes. Os vôos de Hancock  são os mais  naturais e dinâmicos até então, acompanhadas de cenas de destruição hiperdetalhadas; impecável! Vale o ingresso.

 

Tudo vai bem até a aparição de outro superser e uma meia explicação de sua origem. Não é “horrível” como vem pregado. Tampouco descacetado. A idéia da metade seguinte é boa sim, mas quando chega nesse ponto (não posso falar mais que isso), já estamos tão envolvidos com as situações estabelecidas no início que desviar assim sem avisar, causa estranheza.

 

Na soma do bolo todo podemos afirmar; nada é boboca demais, até mesmo seqüências carregadas de dramaticidade são convincentes e intensas. Decididamente um filme pra adulto. Que poderia ser melhor, poderia. Mas de longe, um filme acima da média. Outro acerto de Will Smith.



Escrito por Urbano às 08h47
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ILUSTRAÇÃO - Linda Bergkvist

A sueca Linda Bergkvist tem apenas 31 anos e um poder de arte invejável. Clique no link:

http://www.furiae.com/

 



Escrito por Urbano às 08h14
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Remake - O Dia bem que a Terra Parou

Está sendo refilmado esse clássico de 1951 de Robert Wise que também foi diretor de Enigma de Andrômeda e do primeiro Star Trek pro cinema, (diga-se de passagem, esse Star Trek é um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos e severamente injustiçado pelos próprios fãs da franquia, vá entender...)

No original de O Dia em que a Terra Parou, um alienígena vem dar um ultimato ao planeta: ou vocês param de se autodestruir ou nós destruímos vocês. O visitante Klaatu agora é Keanu Reeves e imagino eu que a nova proposta deve abranger ecologia. De qualquer modo, o trailer promete. Clique no link:

http://www.apple.com/trailers/fox/thedaytheearthstoodstill/

 



Escrito por Urbano às 07h55
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Remake de Robocop

 

Robocop é um filme que considero perfeito, não me canso de ver e sempre desejei que houvesse um quarto que ignorasse a equivocada terceira parte, assim como a série de tv que não tinha força. O original tinha a violência cáustica num mundo derrotado sem esquecer do humano. Agora a MGM anuncia que haverá um remake pro policial robô. Pode ser que venha a me surpreender. Mas acho difícil acertarem nos tempos atuais em que tudo tem velocidade dos games. Em 2010 saberemos.



Escrito por Urbano às 08h07
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FALECIMENTO - Michael Turner

De uma forma rara de câncer que ataca os ossos, faleceu o criador de Witchblade e Fathom. Michael Turner ganhou fãs de quadrinhos a partir de 1995 quando da mini-série Witchblade. Se destacou nos desenhos pela elegência dos trabalhos concentrado em mulheres belíssimas. Acabou associado na mente de alguns fãs à Image que outrora mostrada como revolucionária, se tornou exemplo de editora de quadrinhos com muita beleza e nenhum conteúdo. Sua criação Witchblade, ganhou uma série de tv e cogita-se uma produção pra cinema.Também se fala em Fathom em que Megan Fox (atriz de Transformers) se ofereceu como protagonista. Particularmente sempre achei os trabalhos de Michael Turner honestos em suas propostas. Fica o meu desejo que essas produções se realizem e seu nome seja respeitado.

http://www.aspencomics.com/



Escrito por Urbano às 07h59
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CINEMA - Wall-E

 

  Encanto.  Como a Disney foi em eras passadas, a paixão e os talentos da Pixar  nos suspendem da realidade com emoção e inteligência. A Pixar não é perfeita e já deu bola fora com Carros que peca apenas por ser restrito à cultura estadunidense. Meu medo era de uma animação equivocada poluída de barulhinhos uma vez que chamaram o Ben Burt, genial sonoplasta que criou os sons de Star Wars.   Me pareceu excessivo, que bom, mas que bom mesmo que me enganei. Dirigido e escrito por Andrew Stanton  de Procurando Nemo O novo filme, melhor dizendo: a nova obra prima da Pixar ousa um pouco mais com extrema redução de diálogos e aposta que seu público não vai se incomodar com isso. Sim, o robô  é mesmo uma mistura de Johnny5 - do filme Short Circuit, de 1986 - com E.T e Charles Chaplin, não dá pra negar. Sim, o final é previsível assim como várias seqüências ao longo da película e sim, há como esperado uma série de homenagens à ficção científica, recurso fácil pra agradar os fãs. Tudo isso fica perdido no meio de tantas imagens impressionantes na condução da história e uma segurança ao criticar os novos tempos de consumo e superficialidade que nos engolem desde os anos 90. O homem é o principal da ópera em Wall-E, o maravilhoso robô é apenas um vetor. 

 

No futuro a ecologia perdeu e como viver aqui não era mais possível, naves gigantescas levam a humanidade pra fora enquanto robôs  Wall-E vão compactando o lixo. 700 anos depois resta apenas um em cuja área aparece uma avançadíssima sonda, a EVE (obviamente um iPod) por quem Wall-E se apaixona e faz o possível pra não se separar.

 

Enquanto acompanhamos o desespero do robô, somos apresentados à nova humanidade,  espelho do que boa parte da sociedade moderna já se tornou e tudo o que de importante estamos perdendo;ponto alto do filme. Por ter poucos diálogos e não ter seu foco exatamente na luta do bem contra o mal, Wall-E  está sendo alardeado como ininteligível pras crianças. Depende, a gurizada elitizada que costuma sair de uma sessão de filmes da Xuxa dizendo “Uau, eu me diverti muito!”  deve mesmo ter dificuldade em entender alguma coisa, cá entre nós, qualquer coisa dada a natureza de suas faculdades mentais e a educa(hahahaha)ção dos progenitores. Mas eles são minoria. Não subestime as crianças, leve seu filho sem medo porque a linguagem de Wall-E é abrangente e te garanto que na sessão em que assisti, as muitas crianças presentes saíram encantadas. O filme é um sonho bom que merece ser partilhado. E uma mensagem pra acordamos pra vida que estamos perdendo.

 

Trailer:

 http://www.apple.com/trailers/disney/walle/



Escrito por Urbano às 08h35
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RESPIRANDO ARTE: Bolos!

O que você vê acima são bolos. Isso mesmo: bolos. Você sabe; ovos, margarina, fermento e essas coisas que as mulheres misturam, cheira bem e a gente cai dentro. Clique no link abaixo e veja:um mais impressionante que outro.

http://englishrussia.com:80/?p=851



Escrito por Urbano às 08h36
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Esperando WATCHMEN

 

Enquanto aguardamos o filme de Zack Snyder, dê uma olhada em alguns brinquedos:

http://www.watchmencomicmovie.com/watchmen-action-figures-toys.php



Escrito por Urbano às 14h07
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VIDA NERD - supermoças

 

Um conceito melhor aplicado quando se fala em "meninas superpoderosas".

http://sweetlicious.pornzonehost.com/images/superdelicinhas/

 



Escrito por Urbano às 15h17
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FALECIMENTO - Stan Winston

A ficção científica e os filmes de fantasia perdem o homem que elevou o nível dos efeitos especiais com animatrônica. Não há muitos detalhes, foi divulgado que Stan Winston morreu de câncer neste domingo aos 62 anos. Abaixo, o link do estúdio:
 


Escrito por Urbano às 14h36
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CINEMA - O Incrível Hulk

 

5 anos depois, agora com a própria Marvel no comando,  o novo diretor Louis Leterrier combinou os quadrinhos com a série de tv que popularizou o personagem pros não leitores. Ele e Edward Norton. O novo Bruce Banner levou tão a sério o job, que interferiu seriamente em sua execução ao reescrever parte do roteiro e querer editá-lo. Coisa que a Marvel não deixou com trauma do fracasso de 2003. Esse embate afetou o ritimo do filme. Percebe-se que falta algo entre algumas cenas e até mesmo nos momentos finais dá pra notar também o cansaço da equipe de computação gráfica nos closes entre as duas criaturas. O importante é que esses escorregões não tiram a  nossa diversão. Esse novo Hulk é ótimo!

 

As correrias de Leterrier empolgam. E a todo momento há boas homenagens à série de Bill Bixby e Lou Ferringo (ambos aparecem no filme) assim como numerosas citações e referências aos quadrinhos. A Marvel fez questão de lembrar a seu público que é seu universo que está sendo transportado pra tela de cinema, não apenas filmes baseados nele. Isso é acertadíssimo! De modo algum vai afastar o povo curioso por filmes de efeitos, como garante praticamente cada ingresso dos marvetes que devem responder também nas compras de gibis. Será que a DC aprende algo? maravilhosos em suas séries de animação como Batman, Superman e Liga da Justiça, eles simplesmente poderiam pôr essa turma pra fazer o transporte de versões em carne e osso pro telão. Permitiram a Bryan Singer um Superman insosso e felizmente um ótimo e sério Batman Begins do Crhis Nolan, que ainda carece de um filme a altura do personagem e duvido muito que  sua seqüência Dark Night, seja mais que apenas interessante.

 

Voltando ao Hulk, exige-se de nós uma certa tolerância quanto ao Brasil ser mostrado apenas pela favela Teresa Bastos (faz de Rocinha no fime) e por atores que evidentemente falam mal o português, um deles foi até dublado. Seja como for, cada segundo de bom cinema compensa bastante. Há um apreço na trilha sonora mais dramática e marcada de Craig Armstrong que incluiu o triste tema da série. Tim Roth como esperado, encarna Emil Blonsky uma versão melhorada do Abominável que parece ter tido até mais cuidado na finalização digital que o próprio Hulk: 10! Destruição, vertigem e pancadaria da boa na sopa de multireferências fechando com a especialíssima aparição de Tony Stark. Nós, fãs, merecemos! E queremos voltar pra ver a seqüência!



Escrito por Urbano às 08h52
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