atmosphera


O atmosphera agora continua aqui: http://atmosphera2.blogspot.com/



Escrito por Urbano às 12h00
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Atmosphera 2

Por ser difícil de postar vídeos aqui, por ser difícil de pôr um cabeçalho personalizado, por ter que digitar minha senha duas vezes e ter de pôr meu e-mail completo de novo mesmo acessando a partir do login do e-mail, por não funcionar bem com firefox... às vezes parece que estou lidando com uma mulher linda mas que é ruim de cama...

Por isso o novo endereço do Atmosphera agora é:

http://atmosphera2.blogspot.com/

 



Escrito por Urbano às 10h39
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Mudanças

O Atmosphera está morrendo?

mas ele vai para um lugar melhor...

coming soon!



Escrito por Urbano às 11h32
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CINEMA - Pagando Bem, Que Mal Tem?

Mal tá a tradução de 'Zack and Miri make a Porn"

Olha... não sei...

Quando adolescentes sentem necessidade de serem adultos, o que mais fazem é centrar em seu vocabulário o máximo de palavrões possíveis. As frases são compostas de quatro ou cinco gírias, duas repetições e, entre cada um dos elementos, um palavrão que é o elo da corrente pra que às vezes suas sentenças façam sentido. 

 

Não me incomoda uma comédia cujo mote seja filme pornô. Aliás, uma das poucas coisas que considero sagradas na vida é a sacanagem. Amo de todo o coração. Você pode nunca ir à Dubai, jamais entrar num submarino, comer lagostas ou ver a Terra do espaço... mas uma sacanagem... a não ser que você seja um caso extremo, está ao seu alcance em algum momento da vida. Desfrute,  aproveite ao máximo: no fundo você sabe que não existe reencarnação.

 

Desfrutar desse último filme de Kevin Smith é um tanto incômodo pela exagerada dele em colocar um “fuck” em cada frase de todos os personagens. Todo mundo falando em duplo sentido ou sentido direto mesmo sobre qualquer coisa cheio de alusões à putaria, ficou bem forçado. Quase ninguém acima dos 20 fala assim todo o tempo.  E as sempre desnecessárias cenas escatológicas e nu masculino também atrapalham. Conseguindo abstrair isso (faça um esforço) você ganha  uma comédia romântica legal, embora previsível. Zack e Miri são homem e mulher que mantém uma improvável relação de amizade sem sexo mesmo morando juntos. As coisas vão ficando piores financeiramente até que quando nem conseguem  pagar a conta de luz e sem idéias para uma vida melhor, decidem fazer um filme pornô.  Longe do genial Procurando Amy, algo que Kevin Smith nunca mais vai conseguir se igualar, Zack and Miri é uma água com açúcar que tem o diferencial do tema pornô e as boas citações da cultura pop meio que pra lembrar que se trata de um filme de Kevin Smith. O melhor dessa obra é o elenco. Todos estão tão ajeitados em seus papéis que as cenas convencem bem amigáveis. Sublinho a divertida passagem de Brandon Routh  e Justin Long e o domínio do sorriso mais lindo do momento: Elizabeth Banks. Que desperdício ela não fazer pornô.

 

http://zackandmiri.com/

 

 



Escrito por Urbano às 08h27
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Problemas com UOL MAIS

UOL de Menos

Pois é amigos, gostaria de estar atualizando melhor essa página com vídeos interessantes e mais trailers de lançamentos como o do novo Star Trek por exemplo. Acontece que o serviço da UOL MAIS não tem funcionado como ele se propõe. Eu já postei reclamações há vários dias e neca de pitibiriba. Na primeira reclamação eles atenderam prontamente e postei um devido elogio à equipe. Logo em seguida, o mesmo problema, postei novamente uma queixa e nada. Agora tentei postar outra dentro de  minha página do UOL Mais e nem o texto apareceu na página. Bom, fica aqui então a reclamação no Atmosphera. Estou pensando em seguir conselhos de amigos e migrar o Atmosphera pra uma... galáxia menos complicada.

 



Escrito por Urbano às 08h12
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ILUSTRADOR - Marcelo Azalim

Morda-se de inveja!

Esses trabalhos como já me perguntaram, não são de nenhum gringo.  São todos mérito do ilustrador carioca Azalim. É o tipo de coisa que a gente olha e pensa: "como é que esse %$#& da %$#@ fez isso?"

É como eu já comentei antes sobre ilustrações; não se trata daqueles  montes de rabiscos e manchas sobrepostos, aplicados com filtro que alguém de rabo de cavalo empina o nariz e diz com voz afeminada: "é linguagem." Vamos respeitar quem se esforça e atinge um nível de trabalho de verdade como o do Azalim. Aproveite e desfrute mais em sua página:

http://marcelo-azalim.blogspot.com/



Escrito por Urbano às 07h43
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CINEMA - Grand Torino

Sabe o que acontece? muitas pessoas pra se sentirem "cult", abrem mão de opiniões próprias e honestas e adotam certos modismos críticos a fim de fazer parte de uma tribo. É como uma daquelas "olas" em estádio. Um faz e os outros seguem na onda.  Por exemplo, poucos tem coragem de dizer que o filme Drink no Inferno do Tarantino é simplesmente uma bobagem tosca, amadora, que tem uma única cena realmente interessante que é a da Salma Hayek dançando com pouca roupa, porque ela é extremamente gostosa e estava no auge. Só por isso. Todo o resto é de um troço trash cuja Rede Bandeirantes costumava exibir melhores exemplos de madrugada. Se não fossem os nomes envolvidos, ele seria um filme execrado, fadado ao ridículo cujas pessoas no máximo comentariam em tom de deboche. Mas como era (ainda é!) cult falar bem de Tarantino... É até engraçado; se você vê um filme ruim desses e fala bem (mesmo sabendo que é mesmo uma merda) ilusioriamente acha que passa a mensagem de sujeito mais inteligente porque viu coisas ali que outros não viram. Você "entendeu mais." Entendeu não. O filme continua desnecessário, independente de qualquer virtude que se tente extrair.

É quase isso com Clint Eastwood. Sem dúvida um cineasta superior e de verdade, mas não quer dizer que tudo o que faz é uma maravilha. Grand Torino é exemplo de filme bem contado e bem feito... e que  não vai além disso. Mas se você tem necessidade de se sentir adulto, você pode dizer que o filme passa uma mensagem de preconceito, lida com sentimentos como o cinema jamais lidou, um adjetivo aqui, uma frase de efeito ali...e, voilá: você é aceito entre os seus semelhantes!

A história do veterano de guerra Walt Kowalski que acaba sendo herói de seu bairro, pode ser vista confortavelmente em casa num bom dvd. É bem legal Clint Eastwood mostrar os bairros problemáticos e pobres e não uma Los Angeles de vidros espelhados, ele tem a ótima atuação de sempre, é firme quando deve ser e caricato quando se trata de mostrar o desprezo humano tal qual fez em Menina de Ouro. Ótima interpretação do padre por Cristopher Carley e melhor ainda a da menina Ahney Heh (Sue Lor), num personagem original pra quem presta atenção.  Afora isso, é um filme menor. Bonzinho sim, mas nada de outro mundo.

http://www.thegrantorino.com/



Escrito por Urbano às 22h15
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SÉRIE - Battlestar Galactica

Terminou dia 20 uma das melhores séries de todos os tempos! 

Após a devastadora onde de choque de Star Wars em 1977, a rede ABC bancou Glen A. Larson, prolífico criador de séries de sci-fi, na primeira versão de Battlestar Galáctica. Com efeitos impressionantes pra época (na verdade, algumas cenas empolgam até hoje) Galáctica apresentava a humanidade morando em 13 colônias no espaço até que é dizimada por inimigos alienígenas com uma horda de  seres mecânicos, os cylons. Os poucos milhares de sobreviventes escapam num comboio de naves defendidas pala astronave de guerra Galáctica, que carrega diversos caças no ventre, além de canhões pra auto defesa. Nesse ponto, ela lembra o maravilhoso desenho animado Yamato (Patrulha Estelar). O capitão é Adama e eles buscam o mítico planeta Terra como esperança de sobrevivência. A série no geral era aventuresca com pontos de drama e comédia. Algumas atuações saíram caricatas com vilões evidentemente maus, namoricos e espaço pra um cachorro robô. Buscavam conquistar a família fixada em Casal 20, imagino. Mas era bem bacana...

 

Agora o buraco cósmico é mais embaixo...

Em 2003,  Galáctica foi expurgada de todos elementos bobos em uma encarnação que já é certa como cult e periga marcar o território da ficção científica com uma bandeira negra. Correção: uma bela duma bandeira negra! Enquanto na série anterior, era uma aventura esperançosa escapar dos cylons, logo nos primeiros episódios da nova versão somos jogados num sentimento de imponência diante da extinção por armas nucleraes de bilhões, por um inimigo mais inteligente, absurdamente mais numeroso e que tem agentes infiltrados em nossa espécie: cylons em forma humana, alguns que nem desconfiam que são máquinas. E eles tem um plano...

As pessoa que torcem o nariz pra séries espaciais, deveriam mesmo repensar e assistir Galáctica. Não há nada melhor na tv em praticamente todos os aspectos.

Os cylons que nessa versão não são alienígenas e sim inteligência artificial rebelada, tem uma religião monoteísta ao contrário do politeísmo dos humanos. Aliás: máquinas conscientes de que são máquinas e paradoxalmente assim, acreditando em deus:  genial! O novo capitão Adama (Edward James Olmos) é mais extremo e objetivo, arquétipo do militar dedicado que nunca teve outra coisa na vida. A série tem sexo, filosofia existencialista, violência e efeitos visuais nos momentos certos,  e procura a todo tempo não enrolar ou fazer seu expectador de palhaço; o que é a coisa mais importante que uma emissora/roteirista ou quem de competência  deveria pensar. O esmero da produção e a dedicação dos atores - que escalação acertada! todos levam seus papéis a sério - me dá a impressão de uma obra apaixonada. E a gente se apaixona também...  no meu caso, pela Sharon... eu queria uma cylon pra mim...

http://www.scifi.com/battlestar/



Escrito por Urbano às 08h31
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ILUSTRADOR/Falecimento - José González

Faleceu aos 70 anos nesta segunda-feira, o ilustrador espanhol José "Pepe" Gonzáles. Sua versão de Vampirella é a predileta desde que ele tocou a personagem em 1971 na sua 12º edição conferindo um estilo sensual e realista. A notícia chegou ao mundo através do amigo dele e também  ilustrador, Esteban Maroto. Curiosamente, o criador de Vampirella, Forrest J. Jackeman, morreu também em 04 de dezembro último, aos 92 anos.



Escrito por Urbano às 20h30
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SÉRIE - Fringe

Fringe que é sério!

Chegando ao Brasil. Assisti ao piloto e ele é tão ruim, tão ruim que tomei asco de ver os seguintes. A gente até entende que tudo bem, as coisas são feitas pra ganhar dinheiro; religião, entretenimento... ok. Mas essa Fringe apelou. Ter o nome de J.J Abrams não significa qualidade. É apenas uma costura porca de clichês de tudo que foi dito em séries anteriores.  Imagina bater no liquidificador chuchu com azeitona, berinjela, morango e um filhote de rato morto. A chamada faz parecer inteligente e densa. É não. É superficial, contém alguma morte e alguma violência pra parecer sério e de resto tudo é providencial; a agente bonita e precoce, o chefe marrento sem o menor motivo, o cientista louco... cada um no seu redondo. Diálogos pífios, situações forçadas a cada segundo... uma bela duma bosta posando de intrigante.  Apelação, apelação, apelação...



Escrito por Urbano às 08h27
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WATCHMEN - Zack Snyder comenta

Ótimos comentários do cara que tentou. Coragem talvez não seja suficiente. Aguardemos o DVD com mais de 3 horas.



Escrito por Urbano às 08h28
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WATCHMEN/Clipe - quem se lembra?

Pop Will Eat Itself - Can U Dig It

Esse "fabuloso" clipe passava muito raramente num programa de clipes desses toscos que começam e 6 meses depois desaparecem pra sempre. Claro que como fã do quadrinho na época em que videocassete era um luxo, eu ficava torcendo pro clipe passar de novo. Essa dica veio do Franco Docsan, que quer me dar um tiro na testa pela minha nota  5 pro filme.



Escrito por Urbano às 08h17
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CINEMA - Watchmen

 

Sem acordo! Nem à beira do Armagedon!

Li Watchmen em 1988. Desde 1990 havia boatos de que alguém em alguma esquina desse magnífico planeta, estava fazendo uma produção pro telão. Nos anos seguintes, a cada filme que via no cinema, sonhava em ver um trailer de Watchmen...

Bom... de 88 pra cá o  mundo partiu em velocidade de dobra (pros trekkies) na informação refletindo estética, modos fragmentados de linguagem e entendimento, tudo muito acelerado; tornando nosso ano que era de 12 meses em 4. Se antes você ficava na expectativa de um trailer, hoje você tem o filme e uma tonelada de informação dos bastidores meses antes da estréia no cinema. Peguei Watchmen pra ler agora, pela 8º vez, 21 anos após ter consumido sua primeira impressão. É impressionante. Continua assim, mesmo depois das experiências de uma vida adulta, como um casamento por exemplo, de ser bombardeado por zilhões de novas informações em vídeos, sons e cores que nunca imaginava, assistido a milhares de filmes. Ter lido uma infinidade de coisas. Watchmen permanece formidável... ainda surpreende, ainda conquista. Isso é uma obra prima.

A questão é que nós, fãs de quadrinhos, que lemos coisas brilhantes como Monstro do Pântano, Miracleman, Cavaleiro das Trevas... acabamos nos tornando um público restrito, mesmo que em crescimento. Ter uma dessas obras bem adaptadas numa mídia de massa como o cinema, ver pessoas saindo de uma sala lotada, embasbacadas e surpresas com a alta qualidade do que viram, nos dá um gosto de vitória, por mais velho que você seja e não queria admitir. Nós, fãs de quadrinhos, temos uma necessidade inerente de falar bastante e abertamente sobre o que gostamos sem parecer infantil.  Mesmo que essas obras tratem e bem de assuntos avançados como sentimentos, sociologia, vida e história, não é assim que elas são vistas pela maioria das pessoas. A maior parte conhece os estereótipos e fica com eles lamentavelmente.  Superman, Batman, Homem-Aranha e Hulk por conta de séries de tv e em escala menor, Homem de Ferro, se tornam conhecidos do grande público, mas sua base é juvenil e, mesmo que hoje se tenha abordagens bem  mais maduras, a associação que é feita com eles não deixa de ser juvenil. Por conta disso, Watchmen acaba tendo uma importância talvez maior que devesse, se torna um emblema nerd. Um tipo de "prova" de que fãs não são bobocas (alguns são, mas isso é outra questão). Watchmen requer uma certa ginástica pra explicar pra namorada não nerd, sem parecer imaturo ou esquisito. E é por isso que não condeno Zack Snyder. Ele teve a tarefa exponencialmente hercúlea de mostrar Watchmen ao mundo. E fez o que pôde com a experiência de apenas dois filmes na bagagem. Talvez se fosse mais experiente, estivesse acertado mais, por outro lado poderia acabar usando fórmulas de Hollwood tal qual David Fincher com seu Benjamin Button. Zack Snyder tentou e fracassou. E em vários momentos até atirou no próprio pé. Mas fez uma obra adulta no cinema. E pelo que sabemos, seria muito, muito pior.

Vale a pena pagar o ingresso? sem dúvida. Se você não conhece o quadrinho, vai ver um filme com visual espetacular, ousado e possivelmente cult. Entenda-se esse cult não como maravilhoso, mas como diferente dos demais. Gostei da adaptação? não. Assisti duas vezes e até tentei... mas não rolou. No meu entender aquilo se parece com Watchmen visualmente e tem a questão louvável de alguns diálogos e passagens serem iguais às do quadrinho. Mas não foi possível transmitir a idéia de uma história complexa e com camadas. No filme, ela é até bem simples, prejudicada no entendimento apenas por recortes e edição. A essência de Watchmen ficou diluída demais. Não vejo como alguém que assista a esse filme, se interesse pelo quadrinho. Em parte isso é culpa da limitação de tempo na tela e do orçamento, mas em grande parte, é culpa mesmo da falta do poder de contar história de Zack Snyder. Até sua boa alternativa pro desfecho, que acredito que tenha sido por conta de falta de verba, acabou sendo uma coisinha sem impacto. A lula afinal de contas, fez muito mais falta do que imaginei. Snyder também não arreda o pé de alguns caprichos próprios, uma assinatura de seu trabalho, sei lá... por exemplo:  homossexualizar os personagens. Veidt, o homem mais inteligente do mundo que causava respeito apenas por estar perto, agora é a bicha mais inteligente. E o Dr. Manhattan, coitado, além de ganhar poderes mentais made in X-Men e ter destruído o modo como ele percebe o tempo,  sua progressiva distância dos seres humanos foi substituída por uma delicadeza  feminina na voz do Billy Crudup.  Faltou o Dr. Manhattan usar expressões como "cruzes". Ele foi de um deus hétero e científico pra uma divindade brahmânica de um viado enrustido. Não inteprete isso como preconceito de minha parte. Trata-se de mexer na essência original estabelecida dos personagens. Outra errada de mão que ajudou no mal entendimento foram as extrapolações de violência. Tudo muito trash e sanguinolento; não precisava. As cenas de luta foram outra escorregada feia: são inverossímeis fazendo todos os heróis parecerem ter alguma superforça/resistência. O grande mote do quadrinho de pessoas reais combatento o crime fantasiadas foi embora nesse ponto. A trilha sonora também foi o abacate com bicho que talvez mais tenha me incomodado. A cada cena, uma canção pontual aparece como numa sequência de vídeoclipes. Destaque pra constrangedora e risível cena de sexo e a mal vinda Cavalgada das Valquírias no caminhar do Dr. Manhattan no Vietnã, ele poderia ter sido marcado por um tema próprio e imperativo. Muita gente gostou, mas isso foi por ver suas músicas prediletas no cinema mais do que por qualquer outro motivo.

Elenco: estranhei a versão idosa de Carla Gurgino, esquisita e nada a haver com a Sally Júpiter original. Rorsharch foi acertado desde o início com a escalação de Jackie Earley (pena que com voz de Batman) e as boas surpresas foram Patrick Wilson como o 2º Night Owl e a entrega de Dean Morgan, o Comediante. Malin Ackerman/2º Espectral poderia ter uma cena maior de nudez, ela é linda e o Matthew Good/ Ozymandias... mandaram ele ser viado, ele obedeceu.

A projeção que tem ótimos os seus primeiros 40 minutos não se sustenta até o desfecho, ele é como o mostrador cardíaco de uma pessoa com sérios problemas de coração  Oscila picos de momentos inspirados com cenas bobocas. Acredito que a versão de Snyder com mais de 3 horas  corrija algumas coisas. Mas não tenho tanta esperança.  Engrosso o coro de uma série de tv pela HBO, mas com uns 30 capítulos. Quem sabe...

Agora uma coisa importante... Vc gostou do filme e quer ver mais filmes baseados em quadrinho adulto? então vá ver de novo e leve amigos. A bilheteria está indicando um fracasso pra Watchmen. A escassa mentalidade de altos executivos vai entender isso como sinal de que adaptação de quadrinhos adultos não rende dinheiro... e aí babou! é aguentar um Quarteto Fantástico da vida.  Apesar de francamente decepcionado, torço pro sucesso do filme. 

 

http://watchmenmovie.warnerbros.com/

 

 



Escrito por Urbano às 07h56
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Escrito por Urbano às 07h23
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Watchmen... ó céus..

 

Estou me recuperando de Watchmen...  já volto....



Escrito por Urbano às 11h49
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